Infográfico – Música & Esporte

A gente sabe que música e esporte combinam muuuuuito, é impossível sair pra fazer exercício sem pegar os fones de ouvido, né? Nesse clima delícia de infográficos, a gente fez um trazendo as vantagens de ouvir música durante a malhação!

Dá o play na playlist abaixo e vem ver:

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E se você tiver curioso pra saber o que a galera escuta quando vai malhar, vem ver nosso vídeo:

Arnaldo Baptista <3

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Em uma produção independente, Arnaldo Dias Baptista brinda os fãs de Belo Horizonte com seu esperado “Sarau o Benedito?” no Theatro Cine Brasil, dia 3 de agosto às 19h.

O momento coincide com as celebrações dos 40 anos de lançamento do álbum “Loki?”, considerado um dos grandes marcos da música jovem brasileira, além do recente lançamento nas principais lojas digitais e serviços de streaming do mundo de toda sua obra solo remasterizada pela Classic Master e com releituras na maioria das capas. Entre os destaques, está o aplicativo inédito no Brasil disponibilizado pela Deezer, incluindo comentários de cada obra por nomes como Tom Zé, Arnaldo Antunes, Lulina, Fernanda Takai, Catatau e Lobão.

Neste concerto, Arnaldo toca clássicos como “Cê Tá Pensando que Eu Sou Loki?”, “Não Estou nem Aí”, “Jesus Come Back to Earth” e “Balada do Louco”. O show traz, ainda, inéditas de seu novo álbum, Esphera, como “I Don’t Care” e “Walking in the Sky”. Um set list de quase 70 canções, que ele vai escolhendo na hora, de acordo com sua intuição e a reação da plateia. Os desenhos e pinturas de Arnaldo Baptista que compõem o vídeo-cenário deste show são uma oportunidade para o público conhecer seu trabalho como artista plástico.

Deezer’s Shortcut Series – Especial Copa do Mundo: Brasil

Deezer Shortcut WC BRASIL

A raça e a bravura do futebol brasileiro não são segredos para ninguém. Não é à toa que o país é o de maior sucesso e títulos dentre todas as copas: deu à luz os maiores jogadores do mundo como Ronaldo, Roberto Carlos, Garrincha, Ronaldinho Gaúcho e, é claro, Pelé. Além disso, o país é berço de algumas lendas da história da música. Então vem com a gente, que vamos te mostrar algumas delas!

1962

Em 1962, o Brasil presenciou seu time vencer a segunda Copa do Mundo seguida, desta vez, dando uma lavada na Tchecoslováquia na final, lá em Santiago – Chile. Foi um campeonato difícil, nossa estrela, Pelé, se lesionou. Mas, mesmo assim, nossos heróis Garrincha e Vavá fizeram vários gols que levaram o time ao título.

Nessa época, no Brasil, começaram a aparecer também alguns músicos de sucesso. No mesmo ano, 1962, Pery Ribeiro gravou a versão original da música “Garota de Ipanema” – uma das mais reconhecidas músicas brasileiras – que se tornou um grande sucesso internacional quando interpretada por João Gilberto e Stan Getz no prêmio Grammy de 1963, onde ganharam melhor álbum com Getz/Gilberto.

1966

A copa de 1966, na Inglaterra, viu o Brasil sendo eliminado na fase de grupos sob conflitos internos e a crescente exigência física da competição – que causou, mais uma vez, a saída de Pelé no início do torneio. O time inglês aproveitou e venceu o torneio em frente a quase 100 mil torcedores no Wembley Stadium, em 30 de julho.

Nesta mesma época, Sergio Mendes & Brasil ’66 lançava seu primeiro álbum sob o selo Herb Alpert‘s A&M Records. Na metade dos anos 60, a música popular brasileira crescia, com nomes como Jorge Ben e Chico Buarque trazendo cada vez mais riqueza para a música brasileira. Em Herb Alpert Presents…, Mendes trouxe ao seu som brasileiro uma roupagem definitivamente internacional. Com a participação da talentosa americana Lani Hall (a única gringa do grupo) e cantado parcialmente em inglês, ficou famoso pela faixa de abertura ‘Mas Que Nada’, que acabou se tornando, desde então, um hino brasileiro. Apesar de ter sido lançada alguns anos antes pelo gênio Jorge Ben, e ter ganhado até cover do Black Eyed Peas e vários outros, é a versão de Mendes que se mantém conhecida no mundo inteiro.

1970

1970, no México, vimos o time brasileiro em seu auge. Com nomes como Pelé, Jairzinho, Rivelino e Tostão, essa seleção é tida como a melhor já vista, ganhando não somente todos os jogos do torneio, mas todas as partidas qualificatórias também. Foi o tri da seleção brasileira, e, de quebra, ficamos com o troféu Jules Rimet para sempre.

De qualquer forma, em casa o cenário não era tão bom. O Brasil se tornava um estado cada vez mais repressivo sob a ditadura militar de Emílio Médici, com as torturas se tornando comuns e a censura midiática em ascensão. Foi neste momento que o movimento Tropicália começou, repercutindo até mesmo no resto da América Latina. Misturando música tradicional brasileira com o rock’n’roll americano e inglês, as canções de tons políticos e provocadores eram vistas com suspeita pelo governo Médici. Caetano Veloso Gilberto Gil foram presos. Foi por esse cenário tão cinza que a vibrante e colorida tropicália tornou-se ainda mais crucial. Seu manifesto musical foi Tropicália: ou Panis et Circencis, uma colaboração de 1968 entre Gil, Veloso e vários outros músicos brasileiros – considerado um dos mais importantes discos da história.

2002

A virada do milênio viu o retorno à velha forma do futebol brasileiro, após uma relativa decepção no palco mundial durante as décadas anteriores. Com Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho com poder de fogo (marcando 15 gols entre eles), o Brasil levantou o troféu da Copa do Mundo pela quinta vez em 2002 – Japão e Coréia do Sul.

A música brasileira também ressurgia em popularidade global. Seu Jorge já havia lançado seu debut em 2001 mas, com sua aparição em ‘Cidade de Deus’, o filme de Fernando Meirelles de 2002, o disco foi relançado internacionalmente sob o nome Carolina. Parcialmente graças a sua carreira como ator (ele também participou de The Life Aquatic with Steve Zissou) Seu Jorge tornou-se um dos mais conhecidos músicos brasileiros da modernidade.

2006

Em 2006, Rivaldo não fazia mais parte do time, e Ronaldo e Ronaldinho não estavam em seu melhor momento. Sem os três Rs, a Seleção foi uma sombra do que tinha sido, e foi eliminada pela Holanda nas quartas-de-final, cortesia de Wesley Sneijder com dois gols.

Mas a música brasileira estava se renovando mundialmente, se tornando cada vez mais ousada e soando cada vez mais internacional. A banda que incorporou tudo isso, mais que qualquer outra, foi o CSS, “Cansei de ser sexy”, que misturava a energia sexual do funk com um ensolarado dance-punk, criando um som cool e divertido que era (e ainda é) ouvido nos cantos hipsters de São Paulo a Nova York, Londres e além.


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Quer mais música brasileira? A playlist abaixo te leva mais longe…

Claro que tem várias músicas incríveis nos países da Copa do Mundo. Leia nosso Shortcut Series especial Copa do Mundo da França ou Alemanha!

Copa do Mundo: Playlists das Cidades-Sede

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A ansiedade anda sem limites pelo Brasil, faltando uma semana para o início da Copa do Mundo em solo nacional. Como tem gente que acha que música brasileira se resume à clássica MPB ou Samba, vamos mostrar que a geração atual vai muito bem, obrigada. Separamos os principais nomes da nova cena brasileira (e, às vezes, não tão nova) de cada cidade-sede do Mundial, mostrando que tem de tudo um pouco e, se abrir um pouquinho os ouvidos, vai achar um monte de novos ídolos.

 

São Paulo/SP

A cidade onde vem parar músicos do Brasil. A playlist é a mais diversa possível, só coisa maravilhosa, ouve aqui.

Salvador/BA

A música baiana é bem mais que Axé, e a playlist te mostra isso de forma irrefutável. E a faixa de abertura já tem todo o clima de praia baiana.

Fortaleza/CE & Natal/RN

A capital cearense revelou um dos maiores talentos da nova música brasileira, ‘Cidadão Instigado’. A partir daí, o cenário se instigou e bandas não param de surgir. Em Natal, ficamos entre o dub e o rock, mostrando que tamanho (de cidade) não é documento.

Belo Horizonte/MG

Mineirinhos são quietinhos mas cantam pelos 4 cantos do mundo. Quando você menos espera, aparece mais uma banda incrível de Bê-Agá. Tem de tudo que é estilo, e eles todos já se espalharam pelo Brasil com sua música, ouve aqui.

Cuiabá/MT & Manaus/AM

Qualidade é mais importante que quantidade, e Cuiabá e Manaus mostram isso valentemente nessa playlist. Folk, pop, rock, tem de tudo um pouco nessa renovada cena do centroeste e norte.

Brasília/DF

A capital do Brasil é das mais prolíficas musicalmente. Do indie ao pop, Brasília honra sua história de expoente musical, indo de Móveis Coloniais de Acaju a Natiruts.

Curitiba/PR

Curitiba é, provavelmente, a cidade mais renovada de todas essas. Com um boom recente, a capital do Paraná tem uma forte cena de Rap, além do rock e electro sempre presentes. E tem, claro, Karol Conká que já foi tomada pelo mundo.

Porto Alegre/RS

O estado mais orgulhoso do Brasil tem uma veia rock indiscutível. Mas, assim devagarzinho, as coisas vão se multiplicando. Ouve esse disco do Apanhador Só e me diz em que estilo se encaixa – duvido.

Recife/PE

Ah, Recife. A prova viva de que é possível passar 20 anos produzindo grandes bandas sem perder a qualidade. De Nação Zumbi a Bruno Souto, é a cidade que não deixa a peteca cair. Infinitos presentes.

Rio de Janeiro/RJ

O Rio de Janeiro continua lindo e maravilhoso. Essa seleção aqui embaixo não me deixa mentir. Bossa Nova é coisa do passado, a moda agora são milhões de estilos misturados mantendo o sorriso e o astral carioca, sempre. Vai, dá o play, entra no clima e se joga na ansiedade com a gente!

Deezer’s Shortcut Series – Especial Copa do Mundo: Alemanha

Apresentando: Deezer Shortcut Series – Especial Copa do Mundo. Como parte de nossos esforços para apresentar guias essenciais para vários temas dentro da música, pegamos alguns dos principais competidores da Copa do Mundo e exploramos algumas músicas-chave do país dentro da rica história do torneio. Nosso guia de álbuns, playlists e faixas incríveis deve te ajudar a se preparar para uma das maiores festas do planeta, que começa em São Paulo, dia 12 de junho.

Pra começar: Alemanha. Um dos mais bem-sucedidos participantes da Copa do Mundo, vencedor de três torneios e finalista outras quatro vezes.

Em termos musicais contemporâneos, sua dominância global é, talvez, menos forte do que sua dominância futebolística desde que a Copa do Mundo começou em 1930. Entretanto, é o terceiro maior mercado de música do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e do Japão, e se orgulha de ter uma forte representação local. Porém, quantos destes artistas, álbuns clássicos e músicas você tem em sua coleção?

1966

Não foi seu melhor ano na Copa do Mundo. Um gol controverso de Geoff Hurst, da Inglaterra, tirou a Alemanha Ocidental da disputa pelo troféu Jules Rimet. Porém, do outro lado do Atlântico, uma jovem modelo nascida em Colônia, estava florescendo como música e atriz. Nico era uma força da natureza, e seu debut ‘Chelsea Girl’ dá o tom de uma carreira solo que iria durar por mais cinco discos antes de sua morte em 1988, cada um deles comprovando a força de uma criadora do art-rock extremamente influente.

1974

Oito anos após a dor de Wembley, o time da Alemanha Ocidental focava em, desta vez, sediar a Copa do Mundo (até a Alemanha Oriental participou pela primeira vez, atingindo a segunda rodada). Matando as esperanças de uma Holanda liderada por Johan Cruyff, festejada durante o torneio por seu bonito estilo ‘Total Football’, a Alemanha Ocidental mostrou toda sua tenacidade com um, agora legendário, time: Berti Vogts, Franz Beckenbauer e o homem do jogo Gerd Muller. Seu último jogo do grupo foi em Dusseldorf, onde mais tarde no mesmo ano algo extraordinário aconteceu na história da música alemã – Autobahn, de Kraftwerk foi lançado. Apesar de ser o quarto álbum de estúdio da banda, foi aquele que mostrou um tipo de música eletrônica surgindo, nunca ouvido antes, e, após cortados 18 minutos da faixa-título, varreu a Alemanha, chegando ao número 25 do Billboard Hot 100. Largamente considerado o grupo eletrônico mais influente de todos os tempos, nós te recomendamos revisitar esta road trip por excelência e seguir as raízes de tantas músicas que vieram após.

1982

Se na Argentina em 78 a Alemanha Ocidental passava por um ano de transição, sendo eliminada na segunda rodada pela Austria, em 82, na Espanha, o time retomou a forma. Foram até a final em Madri, caindo para o time italiano que contava com o jogador mais velho a vencer uma Copa do Mundo, o goleiro Dino Zoff, o maior goleador do torneio Paolo Rossi e um dos melhores meias do mundo, Marco Tardelli.

Em outro universo, a dominância germânica era forte em 82 – a Nueu Deutsche Welle, ou New Wave Alemã chegava ao seu auge no mundo da música, com bandas new wave/post-punk da Alemanhã repercutindo local e internacionalmente. Em 1983 Nena lançava ’99 Luftbaloons’, uma canção onde um saco de balões de hélio são soltos e confundidos pela Alemanha Oriental por um ataque da OTAN, resultando em Guerra Nuclear. E regravação em inglês resultou em um hit enorme – número 1 no Reino Unido, com a versão original chegando ao número 2 no Hot 100 da Billboard americana. Até hoje, é uma das músicas pop mais conhecidas da Alemanha ao redor do mundo.

1990

A Itália de 90 era vista como azarão; Camarões surgiu como novatos queridinhos do público e a Irlanda atingiu as oitavas-de-final pea primeira vez, mas ninguém pôde segurar o terceiro título da Alemanha Ocidental. Klinsmann, Rudi Voller e Lothar Matthaus levaram o time a uma histórica vitória em uma final em sua última aparição em Copas do Mundo antes da unificação alemã.

Se alguma música é sinônimo de uma era que viu a queda do Muro de Berlim e a subseqüente reunificação alemã, é o mega-hit alemão do Scorpions. Lançada em seu disco ‘Crazy World’, de 1990, não se espalhou pelo mundo até o colapso do Partido Comunista da União Soviética em 1991, mas permanece como um dos singles mais vendidos de um artista alemão, com 14 milhões de cópias. É também uma das melhores músicas pop que têm assobios, e isso é um fato irrecusável.

 

Quer descobrir mais? Confira a playlist abaixo para mais ótimos artistas alemães!